Encontro Água & Floresta - vivenciar para agir
Bacia Hidrográfica do Mogi-Guaçu
Julho de 2008
PROGRAMA

23 de julho de 2008 – 4ª feira

  • 10h00 - 13h00 - INSCRIÇÕES - Local: Escola Municipal de Artes
  • 14h00 - 17h00 - PALESTRA
Turismo rural como fator de desenvolvimento local
Diagnóstico da Propriedade
O turismo rural é a atividade turística que mais cresce no mundo. No meio rural, encontramos os ambientes mais frágeis, sendo necessário um adequado planejamento para se alcançar um nível de desenvolvimento turístico satisfatório. Para tanto nota-se a necessidade de conhecimento, motivação, treinamento e divulgação da atividade de turismo rural a fim de estruturá-lo como uma atividade econômica, procurando levar a possibilidade do negócio turismo rural para dentro da realidade das propriedades agrícolas, especialmente, para a agricultura familiar através do acesso ao crédito, capacitação e associativismo.
Ricardo Moncorvo Tonet, engenheiro da Coordenadoria de Assistência Técnica Integral - CATI / Regional de Bragança Paulista.
  • 14h00 - 17h00 - OFICINAS
Conservação da mata e a fauna aquática associada
Diversos grupos animais podem ser utilizados para biomonitoramento, como peixes, algas, macroinvertebrados, pois possuem diferentes sensibilidades às alterações. A comunidade de insetos aquáticos presentes em locais de plantio da mata ciliar será comparada com outras, de locais cujas matas possuem grau de conservação dentro do estabelecido por lei e áreas em recuperação.
Espera-se que alguns anos após a implantação do Projeto de Recuperação de Matas Ciliares, a fauna dos locais reflorestados corresponda àquelas de locais conservados. Nesta oficina, serão apresentados os principais grupos de insetos e outros táxons que se espera encontrar nos três tipos de estágios sucessionais da vegetação ripária.
Kathia Sonoda, bióloga e mestre em Ecologia e Recursos Naturais pela Universidade Federal de São Carlos; doutora em Ecologia pela Universidade de São Paulo. Atua como consultora de monitoramento biológico de ambientes aquáticos para a Secretaria de Meio Ambiente do Estado de São Paulo - SMA, dentro do Programa de Recuperação de Matas Ciliares. Trabalha na área de ensino, foi colunista sobre meio ambiente do site www.indicapira.com.br
Mônica Kuhlmann, bióloga, trabalha na Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental – CETESB, São Paulo.
Mariana Mendes, estagiária da Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental – CETESB, São Paulo.
Técnicas de preparo de sementes e produção de mudas para reflorestamentos
Os participantes desta oficina aprenderão os principais métodos de coleta e quebra-de-dormência de sementes; tipos de adubação para semeadura; formas de produção de mudas (método convencional e em tubetes); métodos de escolha de espécies vegetais para reflorestamentos em matas ciliares, áreas alagadas e nascentes; e produção de plantas medicinais.
Danilo Sinhei Iha, graduado em Ciências Biológicas pela Universidade Estadual Paulista – Jaboticabal; ex-diretor do Centro de Educação Ambiental e do Viveiro Municipal de Mudas da Prefeitura de Jaboticabal; coordenador do Projeto Reflorestando as Nascentes; mestrando em Ecologia dos Recursos Naturais pela Universidade Federal de São Carlos e pelo Instituto Internacional de Ecologia.
  • 15h00 - 16h00 - MUTIRÃO - Plantio de mudas em propriedade rural participante do Projeto de Recuperação de Matas Ciliares
Rodney Correia, engenheiro agrônomo da Cooperativa dos Plantadores de Cana da Zona de Guariba-COPLANA, gestor da Bacia do Córrego Rico.
  • 19h00 - 19h30 - ABERTURA OFICIAL
  • 19h30 - 20h00 - CONFERÊNCIA INAUGURAL
Amélia dos Santos, licenciada e bacharel em Ciências Biológicas; mestre e doutora em Ecologia pelo Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo. Sua pesquisa está relacionada à interface das áreas de Educação, Saúde, Ambiente e Educação Ambiental. Possui experiência em todos os níveis da docência: Ensino Fundamental, Médio e Superior; e na coordenação de curso superior de Ciências Biológicas.
  • 20h00 - 20h30 - APRESENTAÇÃO CULTURAL - Big Band
  • 20h30 - 23h00 - COQUETEL
 

24 de julho de 2008 – 5ª feira
  • 8h00 – 8h30 - INSCRIÇÕES
  • 8h30 - 10h30 - APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS – COMUNICAÇÃO ORAL
Temas: educação ambiental; biodiversidade e manejo de recursos ambientais; desenvolvimento urbano e rural; gestão ambiental; saúde ambiental.
  • 10h30 - 11h00 - Café
  • 11h00 - 12h30 - MESA REDONDA: Recuperação de Áreas Degradadas
Mediação: Roberto Ulisses Resende, agrônomo formado pela Universidade Federal de Viçosa e mestre em Ciência Ambiental pela Universidade de São Paulo. É membro-fundador do Instituto para o Desenvolvimento Sustentável e Cidadania (Idesc) do Vale do Ribeira; diretor do Departamento de Proteção da Biodiversidade da Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo - SMA; e diretor técnico do Projeto de Recuperação das Matas Ciliares.
Deisy Regina Tres, bióloga e mestre em Biologia Vegetal pela Universidade de Santa Catarina. É doutoranda em Recursos Genéticos Vegetais e pesquisadora do Laboratório de Ecologia Florestal da mesma universidade. Atua em projetos de restauração ambiental na linha de pesquisa de Ecologia da Paisagem com ênfase na restauração da conectividade da paisagem, em parceria com os setores florestal, energético e de planejamento e consultoria. Atua, também, em programas de reintrodução de espécies ameaçadas de extinção; em capacitação técnica de metodologias de restauração ambiental em áreas degradadas; além de coordenar o “Projeto de Restauração da Conectividade da Paisagem em fazendas produtoras de madeira no planalto Norte Catarinense”.
Yuri Tavares Rocha, graduado em Engenharia Agronômica pela Escola Superior de Agricultura Luís de Queiroz – ESALQ/USP, mestre e doutor em Geografia Física pela Universidade de São Paulo –FFLCH/USP. Pesquisador da Seção de Ecologia (IBt/SMA) por 11 anos. Professor Doutor do Departamento de Geografia/FFLCH/USP desde 2004. Desenvolve pesquisas e orienta nas áreas de planejamento e gestão ambiental, biogeografia, paisagem, meio urbano e pau-brasil.
  • 12h30 - 13h30 - Almoço
  • 11h30 - 17h30 - VIVÊNCIAS
  • 16h00 - 16h30 - Café
Visita à Usina São Martinho
O Centro de Educação Ambiental da Usina São Martinho tem por finalidade atender a demanda interna para a sensibilização das equipes das áreas agrícola e industrial em desenvolver suas funções preservando o meio ambiente, bem como recepcionar os visitantes externos, em especial, estudantes do ensino fundamental e médio buscando a sensibilização ecológica de cada um. O CEA possui diversas salas temáticas, onde são desenvolvidas atividades com os visitantes. Desenvolve, também, o Projeto Água e o Projeto Solo, além de atividades dinâmicas e visitas ao viveiro, à industria e à trilha ecológica.
Rita de Cássia da Silva, bióloga; atua no Centro de Educação Ambiental do Grupo São Martinho.
Percepção ambiental: Educação Ambiental em Trilhas Ecológicas no Bosque Municipal “Francisco Buck”
Os participantes da vivência irão ao bosque municipal conhecer um dos fragmentos de vegetação nativa de Mata Atlântica que restou na região de Jaboticabal e como é o seu interior, as interações ecológicas existente entre as espécies de vegetais e animais do local, a introdução de espécies exóticas nas bordas do fragmento e como este age sobre elas. A percepção ambiental do participante da vivência será estimulada durante a caminhada na trilha, para que ele possa perceber como é fundamental a preservação das florestas ou recuperação do meio ambiente como um todo.
Marcos Antonio Pedro, graduado em Ciências Biológicas; pós-graduado em Educação Ambiental; e aluno de Educação Ambiental do Projeto Viabilizando a Utopia certificado pela Universidade Federal de São Carlos e o Ministério do Meio Ambiente. É Soldado Educador do Ensino Sistematizado de Proteção à Natureza.
Fabiana De Simoni Mainardi, graduada em Agrônomia, mestre e doutora em “Produção em Tecnologia de Sementes”. Atualmente é diretora do Centro de Educação Ambiental de Jaboticabal.
  • 14h00 – 18h00 - SALA DE DISCUSSÕES
  • 16h00 – 16h30 - Café
Utilização de insumos químicos em APPs
Utilização de insumos químicos em APPs
Claudinei Cruz, biólogo e doutor em Aqüicultura pelo Centro de Aqüicultura da UNESP – Jaboticabal. É pós-douturando da FAPESP/FCAV/ UNESP/Jaboticabal no Núcleo de Estudos e Pesquisas Ambientais em Matologia.
Conservação do solo e Agrotóxicos
Rui Marcos Lopes Corrêa, engenheiro agrônomo da Coordenadoria de Defesa Agropecuária da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo. Atua como assistente de planejamento na área de Fiscalização do Comércio e Uso de Insumos Agrícolas e de cumprimento da Lei Estadual de Uso, Conservação e Preservação do Solo Agrícola.
  • 14h00 – 16h00 - SALA DE DISCUSSÕES
Pagamento por serviços ambientais
Pagamentos por serviços ambientais” representam atualmente uma proposta promissora de instrumento econômico capaz de promover o desenvolvimento rural sustentável, conciliando a produção agrícola com a recuperação e conservação ambiental.

Renato Soares Armelin, administrador de empresas, biólogo e doutor em ecologia. Trabalha no Projeto de Recuperação de Matas Ciliares da Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo – SMA - e atua no desenvolvimento de políticas públicas e instrumentos econômicos voltados à promoção do desenvolvimento rural sustentável.
  • 16h00 - 16h30 - Café
  • 16h30 – 18h00 - SALA DE DISCUSSÕES
Fixação de carbono por reflorestamentos de restauração em matas ciliares
A restauração de matas ciliares tinha como metas restaurar as funções de proteção aos recursos abióticos e, também, restabelecer a diversidade biológica e os processos ecológicos do ecossistema destruído. Hoje em dia, soma-se a estes serviços a fixação do carbono atmosférico como medida de mitigar os efeitos do aquecimento global. A sala de discussões abordará métodos para a quantificação do carbono em florestas de restauração, apresentando resultados recentes das pesquisas realizadas no âmbito do Projeto de Restauração de Matas Ciliares que mostram o potencial das matas ciliares em restauração para a estocagem de carbono, e discutindo aspectos de planejamento de projetos de restauração considerando a fixação de carbono.
Dirceu Lucio Carneiro de Miranda, graduado e mestre em Engenharia Florestal pela Universidade Federal do Paraná. Possui ampla experiência em pesquisas com modelagem, análises estatísticas, delineamentos experimentais, quantificação de biomassa, quantificação de carbono em biomassa e solos, e bons conhecimentos de inventário florestal, manejo florestal e silvicultura.
  • 18h00 - 19h00 – PÔSTERES - Apresentação de trabalhos pelos autores
  • 19h00 - 19h30 – APRESENTAÇÃO CULTURAL
Grupo Centopéia, originado em 2004, é integrado por: Charles Leite Bueno, Charlon Luis Leite Bueno, Nilton Carlos Luppia JR, Norberto Luppia, Murilo Luppia, Érico Tegon, Marcos Wagner Leone e Rafael Leone e utiliza como ingredientes o uniforme, a dança e um repertório contagiante que inclui músicas de bandas, anos 60, pop rock e outros estilos. As suas apresentações são focadas na auto-estima, na alegria, na troca de energia com as pessoas, no resgate da música instrumental, nas festas e eventos liderados por pessoas que percebem a inovação sem abandonar a tradição.
Local: Escola Municipal de Artes

25 de julho de 2008 – 6ª feira

  • 08h00 - 08h30 - APRESENTAÇÃO CULTURAL - Grupo de Chorinho
  • 8h30 - 10h30 – APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS – COMUNICAÇÃO ORAL
Avaliação da toxicidade aguda do Energic® para o mato grosso (Hyphessobrycon eques) e para o guaru (Phallocerus caudimaculatus)
Alexandre Carvalho e outros

TOXICIDADE AGUDA DO HERBICIDA GLIFOSATO E QUALIDADE DE ÁGUA PARA O CARAMUJO (Pomacea canaliculata)
Bárbara Lopes Schiavetti
CARBON FREE - Uma alternativa para a gestão ambiental em empresas do setor de telefonia móvel
Cássio André de Oliveira
Sensibilização Ambiental para a Restauração da Mata Ciliar
ASSOCIAÇÃO AMBIENTALISTA COPAÍBA
O jornalismo ambiental e suas estratégias de divulgação: estudo de caso do projeto Reflorestando as Nascentes
Denise Fernandes Britto/Prefeitura Municipal de Jaboticabal
Qualidade microbiológica e físico-química da água utilizada em propriedades rurais da Microbacia Hidrográfica do Córrego Rico, Jaboticabal, SP, durante a estação de seca 
Fernanda de Rezende Pinto e outros
DIAGNÓSTICO FÍSICO CONSERVACIONISTA EM MICROBACIAS HIDROGRÁFICAS COMO SUBSÍDIO AO REFLORESTAMENTO
Prof. Dr. Maurício José BORGES
AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DE SOLO E DA ÁGUA DOS CÓRREGOS CERRADINHO E JABOTICABAL, EM ÁREAS URBANA E RURAL
Prof. Dr. Maurício José BORGES
Qualidade da água utilizada em pesque-pagues da Microbacia Hidrográfica do Córrego Rico
Pedro Gatti Junior e outros
Temas: educação ambiental, recuperação de áreas degradadas, desenvolvimento urbano e rural, gestão ambiental, biodiversidade, gestão de recursos hídricos, saúde ambiental.
  • 10h30 - 11h00 – Café
  • 11h00 - 12h30 – MESA REDONDA - Gestão de recursos hídricos
Mediação: Aparecido Hojaij, biólogo formado pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras Barão de Mauá e especializado em Engenharia de Saneamento Básico pela Universidade Federal de São Carlos. É funcionário do Serviço Autônomo de Água e Esgoto – SAAE – de Jaboticabal, no setor de Produção, Distribuição e Controle de Qualidade de Água. É, também, docente do SENAC; coordenador da Câmara Técnica de Gestão e Planejamento do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Mogi Guaçu; membro do Conselho Diretor Nacional da Associação Nacional dos Serviços Municipais de Saneamento; e membro do Conselho Diretor da Regional São Paulo dessa mesma associação.
Neiroberto Silva, engenheiro civil e sanitarista graduado pela Pontifica Universidade de Campinas. É vice-presidente da Mesa Diretora do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Mogi Guaçu. Atua, desde 1999, como conselheiro nacional na Associação Nacional dos Serviços Municipais de Saneamento e como presidente regional de São Paulo da mesma instituição desde 2007.
Carlos Alberto Masili dos Santos, atua como engenheiro da Agência Ambiental Unificada de São José do Rio Pardo.
Carlos Eduardo Beato, engenheiro florestal graduado pela Escola Superior de Agricultura Luís de Queiroz – ESALQ/USP. Atua no Departamento de Recursos Hídricos da Coordenadoria de Recursos Hídricos da Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo – SMA - desde 2007.
Local: Escola Municipal de Artes
  • 12h30 - 13h30 – Almoço
  • 13h30 - 17h – VIVÊNCIAS
Conservação de Solo
Visitação de propriedade rural enfatizando técnicas de conservação do solo.


Antonio Eduardo Zuccolo, engenheiro agrônomo, é assistente de Planejamento da CATI / Regional de Jaboticabal.
Luiz Gustavo Valerio Villela, engenheiro agrônomo, é técnico executor da Microbacia Hidrográfica do Córrego Rico – PM Jaboticabal e da CATI / Regional de Jaboticabal.
Programa Estadual de Microbacias Hidrográficas – Planejamento Integral da Propriedade
O Programa Estadual de Microbacias Hidrográficas tem como objetivo orientar os produtores para que façam o Planejamento Integral da Propriedade – PIP. Este Planejamento busca adequar a propriedade para a sustentabilidade. Na vivência será realizada visita a uma propriedade rural considerada modelo no Município de Jaboticabal e inserida na Microbacia Hidrográfica do Córrego Rico, que já há alguns anos busca a adequação sócio-econômica e ambiental. Nesta propriedade serão observados conservação do solo, mata ciliar, saneamento rural, diversificação da produção e o programa social realizado pelo proprietário com as famílias de colaboradores.

Scheilla Bolonhezi Verdade, bióloga e mestre em Agronomia. É Assistente técnica de Pesquisa APTA / Ribeirão Preto
Vera Lúcia Palla, engenheira agrônoma, é diretora técnica da CATI / Regional de Jaboticabal.
  • 14h00 - 18h00 – SALA DE DISCUSSÕES
  • 16h00 – 16h30 - Café
Extensão rural e meio ambiente
Oriowaldo Queda, engenheiro agrônomo formado pela Escola Superior de Agricultura Luís de Queiroz - ESALQ/USP; é mestre em Sociologia Rural pela Wisconsin State University; doutor em Sociologia pela USP; livre-docente pela ESALQ/USP; professor titular aposentado do Departamento de Economia, Administração e Sociologia, ESALQ/USP; e docente do Mestrado em Desenvolvimento Regional e Meio Ambiente no Centro Universitário de Araraquara – UNIARA.
João Dagoberto, engenheiro florestal formado pela Escola Superior de Agricultura Luís de Queiroz; mestre e doutorando em recursos florestais; pesquisador associado ao Núcleo de Cultura e Extensão e ao Programa Temático de Conservação e Educação Ambiental da ESALQ/USP (NACE-PTECA); coordenador técnico do Programa de Pesquisa e Desenvolvimento para Agricultura Familiar (PP-DARAF). Trabalha há mais de dez anos com projetos e ações voltadas para o desenvolvimento rural com base em sistemas de produção florestal e agroflorestal e restauração de áreas degradadas.
Salete de Fátima Torres Ishikawa, engenheira agrônoma e mestre pela Escola Superior de Agricultura de Lavras; possui especialização em Gestão e Manejo Ambiental em Sistemas Agrícolas.
Sidney Barrel, produtor orgânico e presidente da associação organo-agrícola da microbacia do Ribeirão do Meio (região Socorro).
Osmar de Carvalho Bueno, engenheiro agrônomo; mestre em Sociologia; e doutor em Agronomia pela Universidade Estadual Paulista. Professor do Departamento de Gestão e Tecnologia Agroindustrial da Faculdade de Ciências Agronômicas da Universidade Estadual Paulista - Botucatu. É docente e pesquisador da área de Extensão Rural, com ênfase em agricultura familiar, sustentabilidade e desenvolvimento local e regional. Participou e coordenou Projetos de Pesquisa junto ao MDA/INCRA-SP, CNPq e MCT.
Sérgio Valiengo Valeri, formado em Engenharia Florestal pela Universidade de São Paulo; possui mestrado em Agronomia pela Universidade Estadual Paulista; e doutorado em Engenharia Florestal pela Universidade Federal do Paraná. É Professor Titular da Universidade Estadual Paulista, lotado no Departamento de Produção Vegetal da Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias, em Jaboticabal. Tem experiência em silvicultura e recuperação florestal. Desenvolve trabalhos de recuperação de ecossistemas florestais degradados, envolvendo os municípios de Jaboticabal, Monte Alto, Taiuva, Matão e Luiz Antônio.
  • 16h00 - 16h30 – Café
  • 16h30 - 18h00 – MINI–CURSO - Produção e certificação de orgânicos
Araci Kamyiama, engenheira agrônoma; especialista em Tecnologias Ambientais pela FATEC e mestranda em Manejo de Recursos Agroambientais pelo Instituto Agronômico. Atuou como extensionista na EMATER; foi coordenadora do departamento de cursos da Associação de Engenheiros Agrônomos do Estado de São Paulo; e foi consultora do SEBRAE/SP para o Projeto Capacitação Rural. Trabalhou como auditora de qualidade do Bureau Veritas Brasil; e realizou trabalhos em diferentes empresas de processamento de alimentos e bens de consumo, como Fischer, Sadia, Klabin e Wal Mart. Desde 2002 trabalha na Associação de Agricultura Orgânica. Em 2007, assumiu a presidência da Câmara Setorial de Agricultura Ecológica da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo – SAA.
  • 18h00 - ENCERRAMENTO
Entrega de certificados